Mundo, mundo, vasto mundo

08/06/2004 20:05
Site de relacionamentos Orkut é nova febre na internet - entretenimento - Data: Segunda 31/5/2004 16:37:02


Juliana Resende/BR Press

(BR Press) - Quem descobrir como ganhar dinheiro na internet terá reinventado a roda, mas há quem tenha descoberto como fazer amigos e influenciar pessoas. Esse alguém é o engenheiro de informática turco-alemão Orkut Buyukkokten, autor do site de relacionamentos Orkut. Trata-se do mais novo ciberespaço social global, onde gente do mundo inteiro se conhece, troca idéias, flerta e ainda se agrupa em comunidades com temas de interesse comum.

O Orkut – é a mais nova febre na internet. Operado pelo Google, tem como objetivo juntar galeras mundo afora. É um networking que não acaba mais. Apesar de ser um site de relaciomentos não dá ênfase para a paquera, embora também isso role. O que mais tem no Orkut é gente querendo fazer amigos. Falando em amigos, você só entra no Orkut sendo convidado por um amigo. Isso aí! Penetra e bicão não passam por seus leões-de-chácara virtuais.

Junta tribo

O lance do site é fazer você fazer amigos, cruzar galeras e juntar gente de todas as tribos, que, certamente estão representadas no Orkut. Porque se a sua tribo não tiver no site, basta você criá-la. Exemplos de comunidades não faltam. O que mais tem no Orkut são "blocos do eu sozinho" – um sintoma de que globalização e individualidade podem sim andar de mãos dadas. Há desde comunidades divertidas como a "Orkut de Bêbado não tem Dono", passando pelas sinceras, como "Entediados no Trabalho", e esdrúxulas como "Mongolândia", até as absurdas como "Nós Adoramos o Xico Sá" (da qual esta escriba e mais três garotas fazem parte).

O Orkut já tem 400 mil conectados. Para fazer parte dessa rede, há que se seguir um código de ética, até então inédito na internet: falar somente a verdade (embora muuuuuiiiita gente cascateie deslavadamente) -– e em inglês, que é língua global –, ser maior de 18 anos, não colocar no site material ofensivo à comunidade, não infringir direitos autorais e não usar o site para fins comerciais.

Big Brother

É aí que mora o perigo. Algumas pessoas questionam se o Orkut não pode um dia fazer uso comercial de seus cadastros, já que é um banco de dados planetário em que as pessoas disponibilizam sesu perfis, gostos, opção sexual, hobbies, profissão, áreas de interesse. Ou seja, será que o Orkut pode ser um clone do Grande Irmão, o verdadeiro Big Brother de George Orwell?

Independente disso, o Orkut é um fenômeno exemplar do poder de organização da sociedade civil global cibernética, em torno de tendências e comportamentos que são fruto de uma atitude local – no caso, o engenhoso invento de Orkut – e que acabam tendo alcance mundial.

http://www.brpress.net/noticias.asp?id=7183
enviada por Penélope



09/05/2004 17:19
Quem recebe juros -bancos, empresas, investidores e algumas instâncias de governo- ganhou 25,8% a mais do que os assalariados no primeiro ano do governo Luiz Inácio Lula da Silva.
"O trabalhador sempre perdeu para o rentista na história do Brasil. Mas no governo Lula ele está perdendo o dobro do que na média dos últimos 20 anos", diz o economista Reinaldo Gonçalves, professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
Gonçalves é autor de um estudo que analisa a relação entre juros e salários de 1983 a 2003. Segundo ele, a diferença entre os ganhos financeiros e a variação dos salários configura transferência de renda dos trabalhadores aos rentistas.
"A transferência de renda no governo Lula só é menor do que a que ocorreu no governo Figueiredo [1979-1985]", afirma. Naquele período, o ganho anual dos rentistas foi 29,4% superior ao dos assalariados.
Na média dos últimos 20 anos, segundo o estudo, a diferença entre o ganho anual dos rentistas e o dos assalariados foi de 12,5%.

Folha de São Paulo, domingo, 09 de maio de 2004
enviada por Penélope



08/05/2004 20:01


enviada por Penélope



01/05/2004 12:47
http://ernestodiniz.blogspot.com/
enviada por Penélope



01/05/2004 12:46
http://www.gustones.blogspot.com/
enviada por Penélope



01/05/2004 12:42
Paralelos
enviada por Penélope



25/04/2004 18:28
orkut
enviada por Penélope



21/04/2004 22:31

Conversa entre pai e filho numa cidade dos EUA.

- Pai, por que é que tivemos que atacar o Iraque?
- Porque eles tinham armas de destruição em massa, filho.
- Mas os inspetores não encontraram nenhuma arma de destruição em massa.
- Isso é porque os iraquianos as esconderam.
- E por que é que nós invadimos o Iraque?
- Bom, as invasões funcionam sempre melhor que as inspeções.
- Mas depois que nós os invadimos, ainda não encontramos nenhuma arma...
- Isso é porque as armas estão muito bem escondidas. Mas haveremos de encontrar alguma coisa, provavelmente antes mesmo das próximas eleições.
- Para que é que o Iraque queria todas aquelas armas de destruição em massa?
- Para as usar numa guerra, claro.
- Estou confuso. Se eles tinham todas essas armas e planejavam usá-las numa guerra, então por que é que não usaram nenhuma quando os atacamos?
- Bem, obviamente não queriam que ninguém soubesse que eles tinham aquelas armas, por isso eles escolheram morrer aos milhares em vez de se defender.
- Isso não faz sentido. Por que é que eles haveriam de escolher morrer se tinham todas aquelas armas poderosas para lutar contra nós?
- É uma cultura diferente. Não é necessário fazer sentido.
- Pai, não sei o que é que você acha, mas não me parece que eles tivessem nenhuma daquelas armas que o nosso governo dizia que eles tinham.
- Bem, não interessa se eles tinham ou não aquelas armas. De qualquer modo nós tínhamos outra boa razão para os invadir.
- E qual era?
- Mesmo que o Iraque não tivesse armas de destruição em massa, Saddam Hussein era um cruel ditador, o que é outra boa razão para invadir um país.
- Por quê? O que é que um ditador cruel faz para que seja correto invadir o seu país?
- Bom, pelo menos uma coisa, ele torturava o seu próprio povo.
- Assim como fazem na China?
- Não compare a China com o Iraque. A China é um bom parceiro econômico. As empresas norte-americanas lá ficam mais ricas, porque podem pagar salários miseráveis a milhões de chineses que precisam trabalhar só para ter um prato de comida.
- Então, se um país deixa que o seu povo seja explorado para o lucro das empresas americanas, é um bom país, mesmo se esse país tortura o povo?
- Certo.
- Por que é que o povo no Iraque era torturado?
- Por crimes políticos, principalmente, como criticar o governo. As pessoas que criticavam o governo no Iraque eram presas e torturadas.
- Não é isso o que também acontece na China?
- Já disse, a China é diferente
- Qual é a diferença entre a China e o Iraque?
- Bom, ao menos por uma coisa: o Iraque era governado pelo partido Baas, nacionalistas que defendiam que só aceitariam euros para o pagamento do petróleo, enquanto que a China é comunista.
- Você não tinha dito uma vez que os comunistas eram maus?
- Não, os comunistas cubanos é que são maus.
- Por que é que os cubanos são maus?
- Porque as pessoas que criticam o governo em Cuba são presas e torturadas.
- Como no Iraque?
- Exatamente.
- E como na China, também?
- Já disse, a China é diferente, é um bom parceiro econômico. Cuba, por outro lado, não é.
- Por que é que Cuba não é um bom parceiro econômico?
- Nosso comércio com eles está fechado desde o início dos anos 60, porque nosso governo fez umas leis tornando ilegal o comércio com Cuba até que eles devolvessem as terras e as fábricas que foram nacionalizadas depois da revolução e começassem a ser capitalistas.
- Mas se nós acabássemos com essas leis, abríssemos o comércio e recomeçássemos a fazer negócios com Cuba, isso não ajudaria os cubanos a se tornarem bons parceiros econômicos?
- Não se faça de esperto! Bom, de qualquer modo, também não há liberdade de religião em Cuba.
- Mas eu fiquei sabendo que na Arábia Saudita não há, também, liberdade religiosa, mas nós somos o maior parceiro comercial deles porque o rei vende o petróleo deles barato?
- Você está mudando de assunto. De qualquer maneira, Saddam Hussein chegou ao poder através de um golpe militar, por isso ele não era realmente um líder legítimo.
- O que é um golpe militar?
- É quando um general toma o poder pela força, em vez de eleições livres como nós temos nos Estados Unidos.
- Como os generais no Brasil em 1964, o Pinochet no Chile em 1973 e o líder do Paquistão? Eles chegaram ao poder através de um golpe militar não foi?
- Ah, sim, foi; mas o Brasil, o Chile e o Paquistão eram nossos amigos.
- Mas se o líder do Paquistão é ilegítimo, como é que o Paquistão é nosso amigo?
- Eu nunca disse que a ditadura militar no Brasil ou Chile, e o general Pervez Musharraf eram ilegítimos.
- Mas você acabou de dizer que um general que chega ao poder pela força, derrubando o governo com apoio popular de uma nação, é um líder ilegítimo!
- O critério que vale para um, não deveria valer para todos?
- Só Saddam Hussein. Pervez Musharraf é nosso amigo, porque ele nos ajudou a invadir o Afeganistão.
- E por que é que nós invadimos o Afeganistão?
- Por causa do 11 de setembro de 2001.
- O que é que o Afeganistão nos fez no 11 de setembro de 2001?
- Então você não sabe que em 11 de Setembro de 2001, mais de 3.000 norte-americanos morreram porque dezenove homens, quinze dos quais da Arábia Saudita, desviaram quatro aviões e lançaram três contra edifícios?
- E onde é que o Afeganistão entra nisso tudo?
- O Afeganistão foi onde esses homens maus foram treinados, sob o regime opressivo dos Talibãs.
- Os Talibãs não são aqueles homens maus, radicais islâmicos que cortam as cabeças e as mãos das pessoas?
- Sim, são esses. Não só cortavam as cabeças e as mãos das pessoas, como também oprimiam as mulheres.
- Mas eu soube que o governo Bush deu aos Talibãs mais de US$40milhões!!!
- Sim, foi em maio de 2001. Mas esse dinheiro foi uma recompensa porque eles fizeram um bom trabalho na luta contra as drogas.
- Na luta contra as drogas?
- Sim, os Talibãs ajudaram a impedir as pessoas de cultivarem papoulas e produzissem o ópio.
- Como é que eles conseguiram fazer tão bom trabalho?
- É simples. Se as pessoas fossem apanhadas cultivando papoulas de ópio, os Talibãs cortavam-lhes as mãos e as cabeças.
- Então, quando os Talibãs cortavam as cabeças e as mãos das pessoas que cultivavam flores, isso estava certo, mas, se eles cortavam as cabeças e as mãos por outras razões, então, estava errado?
- Bom, nós achamos que é aceitável os radicais fundamentalistas islâmicos cortarem as mãos das pessoas por cultivarem flores, se isso diminuir a produção de ópio, porque isso ameaça os lucros das multinacionais que sintetizam analgésicos que são genéricos de opiáceos. Mas achamos cruel que eles cortem as mãos das pessoas por outras razões, por exemplo, por roubarem pão.
- E na Arábia Saudita, eles também não cortam as mãos e as cabeças das pessoas?
- Isso é diferente. O Afeganistão era governado por um patriarcado tirânico que oprimia as mulheres e as obrigava a usar burcas sempre que elas estivessem em público, e as que não cumprissem essa ordem eram condenadas à morte por apedrejamento.
- Mas as mulheres na Arábia Saudita não têm também que usar burcas em público?
- Não, as mulheres sauditas simplesmente usam uma vestimenta islâmica tradicional.
- Qual é a diferença?
- A vestimenta islâmica tradicional usada pelas mulheres sauditas é uma roupa modesta, mas da moda, cobre todo o corpo da mulher, exceto os olhos e os dedos. A burca das afegãs, por outro lado, é um instrumento maligno da opressão patriarcal que cobre todo o corpo da mulher, só não cobre os olhos e os dedos.
- Parece a mesma coisa com um nome diferente.
- Você não vai querer comparar o Afeganistão com a Arábia Saudita. Os sauditas são nossos amigos.
- Mas você não disse que 15 dos 19 piratas do ar do 11 de setembro eram da Arábia Saudita?
- Sim, mas foram treinados no Afeganistão.
- Quem é que os treinou?
- Um homem chamado Osama Bin Laden.
- Ele era do Afeganistão?
- Ah, não, ele era também da Arábia Saudita. Mas era um homem mau, um homem muito mau.
- Me contaram que ele já tinha sido nosso amigo.
- Só quando nós o ajudamos, e financiamos os mujahadin a repelir a invasão soviética do Afeganistão, nos anos 80.
- Os soviéticos? Aqueles que Ronald Reagan falava que eram do Império do Mal, comunista?
- Já não há soviéticos. A União Soviética acabou por volta de 1990, e agora eles têm eleições e capitalismo como nós. Agora os chamamos de russos.
- Então os soviéticos, quero dizer, os russos, agora são nossos amigos?
- Mais ou menos. Eles foram nossos amigos durante uns anos, quando deixaram de ser soviéticos, mas depois decidiram não nos apoiar na invasão do Iraque, por isso agora estamos aborrecidos com eles. Também estamos aborrecidos com os franceses e com os alemães porque eles também não nos ajudaram a invadir o Iraque.
- Então os franceses e os alemães também são maus?
- Não completamente, mas suficientemente maus para termos mudado o nome das French Fries (fritas a la francesa) e das French Toasts (tostas a la francesa)para Freedom Fries e Freedom Toasts(fritas e tostas da liberdade).
- O Iraque nunca foi um dos nossos amigos?
- Sim, nos anos 80, durante algum tempo.
- Mas Saddam Hussein não era o líder do Iraque nos anos 80?
- Sim, mas nessa altura ele estava em guerra contra o Irã. Isso fazia dele nosso amigo.
- Por que é que isso fez dele nosso amigo?
- Porque naquela altura o Irã era nosso inimigo.
- E os curdos? Não foi Saddam Hussein que lançou gás contra os curdos?
- Sim, mas como ele estava em guerra contra o Irã, nós fazíamos de conta que não víamos, para lhe mostrar que éramos seus amigos.
- Então, quem lutar contra um dos nossos inimigos torna-se automaticamente nosso amigo?
- A maior parte das vezes sim.
- E quando alguém luta contra um dos nossos amigos torna-se automaticamente nosso inimigo?
- Às vezes isso é verdade. Porém, se as empresas americanas puderem lucrar vendendo armas para ambos os lados, ao mesmo tempo, tanto melhor.
- Por quê?
- Porque a guerra é boa para a economia, o que significa que a guerra é boa para a América. Além disso, já que Deus está do lado da América, quem se opõe à guerra é um ateu, anti-americano, comunista. Percebe agora porque é que atacamos o Iraque?
- Acho que sim. Nós atacamos porque era a vontade de Deus, certo?
- Sim.
- Só não sei como é que nós sabíamos que Deus queria que atacássemos o Iraque...
- Bem, Deus fala pessoalmente com George W. Bush e lhe diz o que fazer.
- Então, simplificando, você está dizendo que atacamos o Iraque porque George W. Bush ouve vozes na cabeça?
- Isso mesmo! Finalmente você percebeu como o mundo funciona. Agora fecha os olhos e dorme.

enviada por Penélope



11/04/2004 19:17
Folha - Lula foi recebido pela comunidade internacional como um neo-socialista capaz de produzir o globalismo de baixo para cima. Por que goza dessa imagem ?

Ianni - A comunidade internacional sempre blefou a respeito desse papel do Lula. Estão todos fazendo jogo de cena, o que de certo modo anestesia a opinião pública. Ou alguém acredita que o Schroeder ou o Chirac reconhecem esse papel no Lula? Só se fossem tontos! Estão blefando, claro. E blefam porque o Lula está fazendo o jogo geopolítico deles. É difícil dizer que Lula ou o Kirchner são presidentes. São, no máximo, administradores de províncias no mundo globalizado, fantoches.
Sociólogo, que morreu dia 4, afirmou em sua última entrevista que ação terrorista é "revolucionária" e que o governo é um desastre

(Para Ianni, Lula frustra seu papel histórico. CLÓVIS SAINT CLAIR
FREE-LANCE PARA A FOLHA)
enviada por Penélope



10/04/2004 19:52
Cai em 51% investimento nas universidades - 15:52 7.04.2004
Correio da Paraíba, 06/04/2004

Henriqueta Santiago

Em seis anos, o Governo Federal deixou de investir aproximadamente 51% nos alunos das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) do país. Em 1995, o custo anual por estudante numa universidade pública brasileira era R$ 11.198,00. Mas nos últimos anos, os recursos das universidades federais - para custeio e investimentos - foram reduzindo e o número de alunos aumentando, até que em 2001, o governo passou a gastar por ano, R$ 5.488,00 por aluno matriculado.

Para se ter uma idéia, nesse mesmo período (de 1995 a 2001), as 54 universidades públicas do Brasil perderam 24% dos recursos para custeio (água, luz, telefone, compra de materiais) e 77% dos recursos para investir em salas de aula, laboratórios, computadores e acervo bibliográfico.

Os dados foram repassados, ontem, durante um Seminário da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), sobre Reforma Universitária, que está acontecendo, desde o domingo passado, no Hotel Caiçara, em João Pessoa. O Seminário, que se encerra hoje, está discutindo Autonomia, Financiamento e Gestão Institucional, o quarto de uma série dedicada à reforma universitária que a entidade vem promovendo em todo o país.

A Andifes está elaborando um documento, com uma proposta para as universidades públicas brasileiras, que deverá ser entregue, no próximo mês, ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao ministro da Educação, Tarso Genro e ao Congresso Nacional. O próximo seminário está previsto para os dias 26 e 27 desse mês, na Universidade Federal de Goiás e discutirá "Carreiras e Recursos Humanos: gestão, carreiras e relações de trabalho".

Déficit chega a R$ 66 milhões

Segundo a presidente da Andifes, Wrana Panizzi, que também é reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, todas as universidades públicas federais do país fecharam o ano de 2003 devendo e juntas, o déficit chega a R$ 66 milhões, principalmente com o atraso de contas de luz, água e telefone.

"Em 2001, tínhamos R$ 19 milhões em investimento, para distribuir com as 54 instituições. Ficamos devendo muito porque precisamos terceirizar vários serviços, a exemplo da segurança. As dificuldades que as universidades tiveram nos últimos oito anos se repetiram em 2003", comentou.

enviada por Penélope



23/03/2004 20:47
Governo vai investir R$ 8 milhões em peças publicitárias para divulgar o que já vem fazendo com os programas Bolsa Família, Agricultura Familiar e na área de Saúde, com o objetivo de mostrar que não há paralisação administrativa. Os detalhes desse investimento foram acertados, em reunião no Palácio da Alvorada, entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente, José Alencar e cinco ministros da coordenação política: Antônio Palocci (Fazenda), Luiz Gushiken (Secretaria de Governo), Aldo Rebelo (Coordenação Política), Luiz Dulci (Secretaria Geral), e Jaques Wagner (Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Social).
enviada por Penélope



14/03/2004 14:36
173582513
enviada por Penélope



14/03/2004 14:22
Clique aqui e conheça o novo endereço de Pensar Enlouquece!
enviada por Penélope



11/03/2004 13:19
Veio por email.

Cliente: -"Boa noite, quero encomendar pizza"
Telefonista: - "Pode me dar o seu N.I.N. ?"

Cliente: - "Com certeza, o meu número de identificação nacional, é
6102049998-45-54610"
Telefonista: - "Muito obrigado, senhor Lima. A sua residência é na Praça
das
Nações número 1742, o seu número de tele-video é 494-2366, o seu número de
Seguro é o 745-2302 e a sua carteira de tabalho é 266-2566-A2765C3. "

Cliente: - " Onde foi buscar essas informações todas ?"
Telefonista: - "Nós agora estamos ligados em rede com o Sistema Naciona de
Identificação."

Cliente: - (Suspiro) "Ah sim ! Eu queria encomendar duas pizzas com
queijo e camarão..."
Telefonista: - "É provável que não seja uma boa idéia, senhor Lima"

Cliente: - "O que ! ?"
Telefonista: - "Consta na sua ficha médica que o senhor sofre de
hipertensão
e tem alto nível de colesterol, além disso o seu seguro de vida
desaconselha
vivamente refeições perigosas para a sua saúde"

Cliente: - "Pois é, tem razão ! O que é que me propõe ?"
Telefonista: - "Porquê que não experimenta a nossa pizza light com iogurte
de soja; tenho certeza que vai adorar"

Cliente: - "Como é que sabe que vou adorar !?
Telefonista: -"O Sr. consultou o site 'Receitas Especiais com Soja' na
biblioteca municipal dia 15 de janeiro passado, às quinze horas e trinta e
dois minutos, onde permaneceu conectado à rede durante trinta e seis
minutos: daí a minha sugestão"

Cliente: - "Tudo bem ! Mandem-me essas duas pizzas tamanho família.
Quanto é ?"
Telefonista: - "É a escolha certa para o senhor, a sua esposa e seus quatro
filhos. São cinquenta e dois americanos".

Cliente: - "Quer que passe-lhe meu número de cartão de crédito ?"
Telefonista: - "Lamento, senhor, mas vai ter que pagar em dinheiro. O
limite
do seu cartão de crédito já foi ultrapassado"

Cliente: - "Não faz mal, eu vou transferir dinheiro antes que chegue a
pizza"
Telefonista: - "Dúvido que consiga. Tem a conta a descoberto."

Cliente: - "Meta-se na sua vida... Mande-me as pizzas que eu arranjo o
dinheiro. Quando é que entregam?"
Telefonista: - "Estamos um pouco atrasados. Daqui a quarenta e cinco
minutos
serão entregues. Se estiver com muita pressa pode vir buscá-las, só que
transportar duas pizzas de moto não é aconselhável, além de ser perigoso"

Cliente: - "Mas, que raio de história é esta: como é que sabe que vou de
moto?"
Telefonista: - "Peço desculpas, o Sistema informa que o senhor não tinha
pago as prestações do carro e ele foi apreendido. Mas a sua Harley está
paga. Daí pensei que fosse utilizá-la"

Cliente: - "@#%/$@&?#!"
Telefonista: - "Gostaria que não me insultasse, senhor... Não se esqueça
que
já foi condenado em julho do ano passado por insultar uma Agente da Ordem
Pública na Praça da sua casa"

Cliente: - (Silêncio)
Telefonista: -"Mais alguma coisa, senhor ?"

Cliente: - "Não, é tudo... Espere... não se esqueça dos dois litros de
Coca Cola Plus que constam na promoção"
Telefonista: - "Queira me desculpar, senhor, mas o regulamento da nossa
promoção, conforme o artigo oitenta e tres barra doze, proíbe-nos de enviar
bebidas com açucar às pessoas diabéticas".

...........

Quem viver, verá....




enviada por Penélope



11/03/2004 13:15
05/03/2004
Soja é a planta que mais causa emissão de carbono na agricultura

A principal fonte de poluição da atmosfera é a queima de combustíveis
fósseis, responsável por mais de 60% da emissões de dióxico de carbono
(CO²), substância responsável por danos ambientais como o aquecimento global
e problemas respiratórios. Em segundo lugar na emissão de CO² está a
agricultura, tanto pelo uso de combustíveis na mecanização quanto pelas
técnicas de manejo do solo.

Neste contexto, a soja é uma das culturas que mais dependem da concentração
de carbono no solo, ao mesmo tempo em que aparece como a maior causa de
emissão de CO² na agricultura. A informação foi divulgada pelo pesquisador
do Departamento de Agricultura Americano (Usda), Don Reicosky, na VII
Conferência Mundial da Soja que termina neste sábado (6), em Foz do Iguaçu
(PR).

O carbono (C) é um nutriente natural do solo, cuja função é garantir a
ciclagem dos componentes físicos, químicos e biológicos que servem de
alimento às plantas durante todo o desenvolvimento vegetativo. A conservação
do carbono no solo garante uma menor demanda por insumos, maior retenção da
água e menor compactação. "O carbono funciona como uma esponja que minimiza
os impactos na compactação. A estrutura do solo sofre a pressão, mas volta
ao seu estado normal em pouco tempo", avalia Don Reicosky.

No processo de fotossíntese das plantas, o oxigênio (O²) chega ao solo,
aumentando a atividade microbiana. A união C + O² resulta na produção de
CO², substância eliminada gradativamente na decomposição das plantas.
Contudo, a sincronia perfeita da natureza na sustentabilidade do sistema é
afetada pela intervenção do homem, usando técnicas agrícolas que aceleram a
emissão de CO².

"Na revirada do solo para descompactação e plantio, procedimento comum na
agricultura convencional, há uma decomposição muito rápida da matéria
orgânica (restos culturais que ficaram na última colheita). A emissão de CO²
durante o revolvimento do solo é semelhante à queima pelo fogo, com alta
poluição atmosférica, só que de maneira não visível. O carbono não é algo
palpável como a água, e essa é uma das restrições ao reconhecimento da
importância deste problema" , diz Reicosky.

Segundo ele, a soja causa efeitos dramáticos no solo, já que se decompõe
mais rapidamente do que qualquer outra cultura. "Na remoção do solo, a soja
representa um valor 24 vezes maior de perda de carbono. No solo sem plantio,
a perda de carbono e emissão de CO² fica em 100%; no trigo, é de 196%, mas
na soja, essa perda representa 264% ", contabiliza Reicosky. Sem carbono no
solo, é preciso investir em insumos. Nos cálculos do pesquisador, são
necessárias 10 unidades de carbono para produzir uma unidade de nitrogênio
(N), e para gerar uma unidade de fósforo (P), são consumidas 60 unidades de
carbono. "O carbono é muito importante para manter a biodiversidade e a
fertilidade do solo".

Como se não bastasse, a soja ainda tem menor capacidade de infiltração de
água em relação a outras culturas, gerando uma erosão de 778 quilos de solo
por hectare ao ano (no milho é de 350 kg/ha). "Estudos mostram que a perda
de carbono implica na redução de água no solo, prejudicando o
desenvolvimento da soja", diz Don Reicosky.

Para Don Reicosky, os solos brasileiros são muito deficientes em nutrientes,
com os produtores mais preocupados em manter os benefícios do carbono no
solo do que com a questão ambiental da emissão de CO². "Os produtores
brasileiros não estão mais conscientes da conservação do que os
norte-amercianos. O que existe é a necessidade de cuidados especiais, já que
nos países tropicais chove mais, resultando na lixiviação dos nutrientes do
solo". (Ascom Embrapa)a
enviada por Penélope






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